Que assim seja ...
Buenas queridos leitores e leitoras deste humilde colunista.
Vivemos mais uma eleição municipal em nossa cidade, e o que esperamos? Particularmente eu espero que nossos representantes busquem junto ao Governo Estadual e Federal, verbas para nós nos livrarmos da situação a qual nos encontramos. Isso é uma obviedade.
Mas em seis anos que resido nesta cidade, notei a dificuldade que temos em todos seguimentos, nossa cidade não é mais a mesma, assim como nosso país está passando por uma profunda transformação que, obviamente vivemos. Crise, política e econômica, desemprego em alta o que acarreta? Inadimplência. Perde o cidadão que está desempregado, o empresário que vendeu a prazo, o distribuidor que vendeu a este empresário, enfim monta-se uma cadeia da desgraça. Todos perdem!
Aqui temos restaurantes com extrema dificuldade para manter as portas abertas, segundo informações há hotéis que não entra um hóspede há dez dias.
Como ficam os funcionários? E o proprietário? Luz, água, internet, manutenção? Como pagar tudo isso nesse imbróglio em que estamos enfiados até o pescoço? Qual o nosso rumo?
Se não nos unirmos, nossa Iraí chegará, daqui há 10 anos contabilizando dois mil habitantes. Duvidam? Quantos munícipes migraram desde 2006?
Diante desses questionamentos eu só tenho uma alternativa: Fazer a minha parte como cidadão, ajudar no que posso a cidade que adotei, e aqui está minha família. Nós estamos residindo em Iraí por que gostamos, nos habituamos e amamos este pago. Muitos migram por falta de oportunidades, mas sentem falta de sua cidade natal. Iraienses que estão em várias localidades deste país, amam sua terra e gostariam de estar aqui, criando seus filhos e desfrutando das maravilhas que a natureza nos proporciona.
Porém temos que enfrentar essa crise juntos, a união faz a força e eu tenho que apostar em nossos representantes, independente de gostar ou não, de ter dado minha confiança ou não.
Cada cidadão que apanha seus pertences e ruma para outra localidade é um desastre para esta cidade, o dia em que percebemos, ou melhor; lutarmos por esta causa, nós começaremos uma nova era em nossa Iraí.
Na atual conjuntura em que estamos, só nos resta arregaçar as mangas, trabalhar e produzir.
Mas isso tem que vir do coração, da alma, sem demagogia.
Não é possível ver o crescimento de cidades vizinhas a nossa, e nós continuarmos sendo chacotas de munícipes de outras localidades.
Nem quem se beneficia com essa desgraça, está ganhando tanto dinheiro assim.
Se não mudarmos eu fico com a profecia de meu amigo Kacho Mertins:
Vivemos mais uma eleição municipal em nossa cidade, e o que esperamos? Particularmente eu espero que nossos representantes busquem junto ao Governo Estadual e Federal, verbas para nós nos livrarmos da situação a qual nos encontramos. Isso é uma obviedade.
Mas em seis anos que resido nesta cidade, notei a dificuldade que temos em todos seguimentos, nossa cidade não é mais a mesma, assim como nosso país está passando por uma profunda transformação que, obviamente vivemos. Crise, política e econômica, desemprego em alta o que acarreta? Inadimplência. Perde o cidadão que está desempregado, o empresário que vendeu a prazo, o distribuidor que vendeu a este empresário, enfim monta-se uma cadeia da desgraça. Todos perdem!
Aqui temos restaurantes com extrema dificuldade para manter as portas abertas, segundo informações há hotéis que não entra um hóspede há dez dias.
Como ficam os funcionários? E o proprietário? Luz, água, internet, manutenção? Como pagar tudo isso nesse imbróglio em que estamos enfiados até o pescoço? Qual o nosso rumo?
Se não nos unirmos, nossa Iraí chegará, daqui há 10 anos contabilizando dois mil habitantes. Duvidam? Quantos munícipes migraram desde 2006?
Diante desses questionamentos eu só tenho uma alternativa: Fazer a minha parte como cidadão, ajudar no que posso a cidade que adotei, e aqui está minha família. Nós estamos residindo em Iraí por que gostamos, nos habituamos e amamos este pago. Muitos migram por falta de oportunidades, mas sentem falta de sua cidade natal. Iraienses que estão em várias localidades deste país, amam sua terra e gostariam de estar aqui, criando seus filhos e desfrutando das maravilhas que a natureza nos proporciona.
Porém temos que enfrentar essa crise juntos, a união faz a força e eu tenho que apostar em nossos representantes, independente de gostar ou não, de ter dado minha confiança ou não.
Cada cidadão que apanha seus pertences e ruma para outra localidade é um desastre para esta cidade, o dia em que percebemos, ou melhor; lutarmos por esta causa, nós começaremos uma nova era em nossa Iraí.
Na atual conjuntura em que estamos, só nos resta arregaçar as mangas, trabalhar e produzir.
Mas isso tem que vir do coração, da alma, sem demagogia.
Não é possível ver o crescimento de cidades vizinhas a nossa, e nós continuarmos sendo chacotas de munícipes de outras localidades.
Nem quem se beneficia com essa desgraça, está ganhando tanto dinheiro assim.
Se não mudarmos eu fico com a profecia de meu amigo Kacho Mertins:
“O dia em que a Pomona juntar suas malas? O último apaga as luzes e fecha a porta.” (Kacho)
Uma boa sorte a nós todos, que verdadeiramente amamos esta cidade.
Primeiro a prosperidade do município, depois a nossa. (Bricio Monareta)
Primeiro a prosperidade do município, depois a nossa. (Bricio Monareta)
QUE ASSIM SEJA...
Abraços fraternos.
Fabricio Alves
falves31@yahoo.com.br
Abraços fraternos.
Fabricio Alves
falves31@yahoo.com.br
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