terça-feira, 17 de maio de 2016

Fatos empresariais!

Personagem fictício. Relato verídico.
 
Começo dos anos 90.
Um gerente de uma multinacional estava com sérios problemas em um setor da empresa. Causa? A pior possível. ROUBO.
Tratando-se de uma multinacional com aproximadamente três mil funcionários, é evidente que o mesmo, não sairia acusando a todos. Este setor tinha aproximadamente dez colaboradores, alguém estava desfalcando a empresa.
Este gerente resolveu, visitar a casa de um por um, primeira medida. Assim sendo, verificaria como viviam estes funcionários, certamente descartaria aqueles que proviam o seu sustento com o salário pago pela empresa. Mesmo porque, neste setor alguns ganhavam pouco, e outros mais. Este gerente tinha em mãos, salários, empréstimos, enfim, um histórico de seus colaboradores.
Descartou alguns desses dez, pois quando adentrou em suas residências, observou que os mesmos viviam dignamente, com o pouco que ofereceram ao gerente, em sua visita, o senhor Carlos, nosso gerente deste texto, constatou que muitos, faziam, “malabarismos”, para sobreviver.
Porém, seguindo suas visitas, o senhor Carlos, notou que havia um dos funcionários, que o recebeu, com muita cordialidade.
Disse o colaborador:
Senhor Carlos, que honra, recebe-lo em minha casa.
Vamos entrar!
 Fulana vá ao supermercado, e compre um vinho, carne, pois o senhor Carlos não sairá de minha casa, sem jantar conosco.
E ofereceram picanha, um belo Cabernet Sauvignon, e o gerente desta multinacional, observando, quieto.
Depois que todos foram visitados, Carlos, contratou um serviço de Inteligência para rastear, todos, que “supostamente” poderiam estar desviando dinheiro.
Lembrando que no começo dos anos 90, não havia, os recursos que temos hoje. E o nosso Gerente, desde texto, não cometeria a difamação de acusar à todos sem estar munido de todas as provas. Mesmo porque o senhor, Carlos é advogado, pós graduado em Recursos Humanos.
Mas o seu Diretor, queria uma posição.
Pois bem, os que não tinham nada à oferecer, realmente não roubavam. E justamente o puxa-saco, aquele que tentava puxar o tapete dos outros, e que recebeu o senhor Carlos com todas as honras e delongas, foi demitido, imediatamente após as investigações.
Parabéns ao nosso personagem fictício, o senhor Carlos, que agiu de forma, tácita e coerente, sem prejudicar, e prejulgar os colaboradores, antes de verificar quem era, a “laranja podre” que estava estabelecida em seu departamento.

Forte abraço ! 
Até a próxima, monareta.  

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